As gerações foram divididas entre as baby boomers, a X, a Y, a Z, e agora a alfa.
Mas diversos grupos de pesquisas buscam apenas ver o lado positivo, o que faz com que suas visões sejam tendenciosas.
Muitos dizem para não referir que uma, ou outra geração sejam melhores. Mas seria isso verdade?
A primeira pergunta é, a geração Z e a Alfa, buscam conhecer com profundidade?
Essa resposta é clara, pois as duas ultimas gerações, são pessoas que tem o conhecimento baseado em pequenas notícias, e muita das vezes sem comprovação de veracidade. Redes sociais, como facebook, twitter, instagram, não possuem ferramentas para que o aprendizado seja profundo, ou mesmo seja verdadeiro. O que faz a mente de tais gerações serem limitadas a conhecimento raso sobre os assuntos.
A segunda pergunta é, qual o conhecimento sobre tecnologia das novas gerações?
A nova geração é a geração dos aplicativos, mas quem faz os aplicativos? Os aplicativos são feitos pelos da geração Y, que se fundamentaram em programar. As novas gerações pelo princípio de conhecimento raso, tem extrema dificuldade para aprender programação. Vivem de aplicativos em celulares, mas quando a geração Y começar a deixar o mercado, quem será os indivíduos que farão as mudanças, utilizando a programação? Os aplicativos surgem por que indivíduos os programam, pessoas que necessitam de uma grande organização em tempo para sistematizar os dados e gerar um sistema sem erros.
Terceira pergunta, quais as conseqüências do baixo envolvimento social físico?
As novas gerações, se fundamentam em viver na frente de uma tela, seja celulares ou computadores. A falta de envolvimento físico com pessoas e sociedade, tem um custo, pois somos pessoas com regras biológicas. Essas regras biológicas quando não favorecidas, geram problemas tanto psicológicos como físicos. Problemas de saúde podem se favorecer, pela falta de mobilidade, e pela falta de contato físico, com o semelhante e com a natureza. De fato, a medida de longevidade da população que antes subia, agora esta pela primeira vez decaindo. Ou seja as novas gerações estão tendo menos saúde que a anterior.
Quarta pergunta, qual o desenvolvimento político das próximas gerações?
Como foi visto, as novas gerações não tem conhecimento profundo sobre filosofia, política, economia, e qualquer outra área do conhecimento. Suas ações em relação a fatos envolvem movimentos de rápida duração, sem uma construção fundamentada, não criam dados profundos e analíticos sobre as ações sociais, visto que seus fundamentos estão sempre ligados a pequenas frases, em estilo de conversas de redes sociais.
A construção de conhecimento real, envolve muito cuidado, e muita reflexão sobre o assunto. É impossível gerar conhecimento de fato, sem a elaboração de uma construção que fundamente um sobre as outras. Normalmente conhecimento de forma rasa é sempre o mesmo, do mesmo.
Quinta pergunta, os indivíduos aceitam repreensão?
A nova geração não aceita repreensão, geram a idéia de que se não for da forma que se cada pessoa deseja, tal será bloqueado. Ou seja, são pessoas que buscam olhar para seu próprio umbigo. A razão de viver em sociedade, e compreender a realidade esta em conviver com pessoas contrárias, e debater sobre assuntos, mesmo que estes não sejam o que gostamos. Nichos de grupos favoráveis a si mesmos, não fazem examinar o contraditório, a arrogância de considerar que a verdade é o que eu acho verdade, e todos que não aceitam minha verdade ficaram fora, desenvolve uma visão parcialista e viciada. Quando os fatos da vida não condizem com o que o indivíduo definiu em seu grupo, e tal pessoa quando não tem como bloquear a realidade, tal indivíduo desenvolve problemas psicológicos. Pois não foi preparado para aceitação do contraditório.
Portanto podemos ver alguns pontos das novas gerações. Acrescido de problemas econômicos, e doenças que estão se formando, as novas gerações poderão resolver fatos que sejam físicos, e não estejam ligados a meramente apertar um botão?
Mas diversos grupos de pesquisas buscam apenas ver o lado positivo, o que faz com que suas visões sejam tendenciosas.
Muitos dizem para não referir que uma, ou outra geração sejam melhores. Mas seria isso verdade?
A primeira pergunta é, a geração Z e a Alfa, buscam conhecer com profundidade?
Essa resposta é clara, pois as duas ultimas gerações, são pessoas que tem o conhecimento baseado em pequenas notícias, e muita das vezes sem comprovação de veracidade. Redes sociais, como facebook, twitter, instagram, não possuem ferramentas para que o aprendizado seja profundo, ou mesmo seja verdadeiro. O que faz a mente de tais gerações serem limitadas a conhecimento raso sobre os assuntos.
A segunda pergunta é, qual o conhecimento sobre tecnologia das novas gerações?
A nova geração é a geração dos aplicativos, mas quem faz os aplicativos? Os aplicativos são feitos pelos da geração Y, que se fundamentaram em programar. As novas gerações pelo princípio de conhecimento raso, tem extrema dificuldade para aprender programação. Vivem de aplicativos em celulares, mas quando a geração Y começar a deixar o mercado, quem será os indivíduos que farão as mudanças, utilizando a programação? Os aplicativos surgem por que indivíduos os programam, pessoas que necessitam de uma grande organização em tempo para sistematizar os dados e gerar um sistema sem erros.
Terceira pergunta, quais as conseqüências do baixo envolvimento social físico?
As novas gerações, se fundamentam em viver na frente de uma tela, seja celulares ou computadores. A falta de envolvimento físico com pessoas e sociedade, tem um custo, pois somos pessoas com regras biológicas. Essas regras biológicas quando não favorecidas, geram problemas tanto psicológicos como físicos. Problemas de saúde podem se favorecer, pela falta de mobilidade, e pela falta de contato físico, com o semelhante e com a natureza. De fato, a medida de longevidade da população que antes subia, agora esta pela primeira vez decaindo. Ou seja as novas gerações estão tendo menos saúde que a anterior.
Quarta pergunta, qual o desenvolvimento político das próximas gerações?
Como foi visto, as novas gerações não tem conhecimento profundo sobre filosofia, política, economia, e qualquer outra área do conhecimento. Suas ações em relação a fatos envolvem movimentos de rápida duração, sem uma construção fundamentada, não criam dados profundos e analíticos sobre as ações sociais, visto que seus fundamentos estão sempre ligados a pequenas frases, em estilo de conversas de redes sociais.
A construção de conhecimento real, envolve muito cuidado, e muita reflexão sobre o assunto. É impossível gerar conhecimento de fato, sem a elaboração de uma construção que fundamente um sobre as outras. Normalmente conhecimento de forma rasa é sempre o mesmo, do mesmo.
Quinta pergunta, os indivíduos aceitam repreensão?
A nova geração não aceita repreensão, geram a idéia de que se não for da forma que se cada pessoa deseja, tal será bloqueado. Ou seja, são pessoas que buscam olhar para seu próprio umbigo. A razão de viver em sociedade, e compreender a realidade esta em conviver com pessoas contrárias, e debater sobre assuntos, mesmo que estes não sejam o que gostamos. Nichos de grupos favoráveis a si mesmos, não fazem examinar o contraditório, a arrogância de considerar que a verdade é o que eu acho verdade, e todos que não aceitam minha verdade ficaram fora, desenvolve uma visão parcialista e viciada. Quando os fatos da vida não condizem com o que o indivíduo definiu em seu grupo, e tal pessoa quando não tem como bloquear a realidade, tal indivíduo desenvolve problemas psicológicos. Pois não foi preparado para aceitação do contraditório.
Portanto podemos ver alguns pontos das novas gerações. Acrescido de problemas econômicos, e doenças que estão se formando, as novas gerações poderão resolver fatos que sejam físicos, e não estejam ligados a meramente apertar um botão?