Johann Friederich Carl Gauss, Nasceu na Alemanha #Brunswick#, era de família de poucas rendas, mas sua mãe o incentivou em sua carreira. Estudando na cidade onde nasceu, o professor mandou que os alunos somassem os números de 1 a 100. Isso era comum, para que o professor fizesse outras coisas, o que era um modo que não servia nada para educação. E todos os professores que usam esses subterfúgios estão indo contra a educação.
Mas Gauss, conseguiu observar uma seqüência na característica dessa soma. E assim desenvolveu uma função para qualquer soma. E utilizou, chegando ao valor de 5050, essa fórmula ficou conhecida como Progressão Aritmética.
Gauss foi para outra cidade #Göttingen# pois um duque #Brunswick# o auxiliava financeiramente. Assim, Gauss decidiu pela matemática em 1796, quando foi o primeiro a construir um polígono regular de dezesseis lados, com régua e compasso.
Gauss se tornou doutor em 1798 em uma Universidade #Helmstädt#, e sua tese foi demonstrar o "teorema fundamental da Álgebra", e provou que toda equação polinomial, tem pelo menos uma raíz real ou imaginária, para isso utilizou de meios geométricos.
Gauss representou os números complexos, separando em parte real e imaginária, em coordenadas de um plano.
Escreveu o livro "Pesquisas Aritméticas" desenvolvendo a notação da Teoria dos Números, definindo a relação de congruência, que é uma relação de equivalência. Apresentou também a lei da reciprocidade quadrática, definindo como "jóia da aritmética" e demonstrou que todo inteiro positivo, é produto de números primos.
Considerou a Matemática como a "rainha das Ciências", e a aritmética como a "rainha da Matemática".
Em um período da vida dedicou-se a Astronomia, criando o método para acompanhar a órbita dos satélites, que ainda se usa, e por isso em 1807 foi concedido o cargo de diretor do observatório #Göttingen#.
Pesquisou sobre funções e Geometria aplicada a teoria de Newton. Inventou o helitropo, e o magnetômetro bifiliar, e o telégrafo elétrico.
Só parou quando viu seu fim por sofrer de dilatação cardíaca. Morreu aos 78 anos, e foi considerado, "príncipe da matemática".