Se fizesse a pesquisa para diversas pessoas, a resposta tenderia a ser sim. Mas normalmente não se pensa como se geraria esse sim.
O primeiro fator para que não houvesse a destruição da Natureza, seria o princípio de que o antropocentrismo não fosse importante, e sim o Naturalismo. O antropocentrismo determina que o centro é o homem, mas se o centro é o homem, então a base da realidade seria a mentalidade do homem.
Mas a Natureza não obedece a mentalidade do homem, a natureza segue regras e leis físicas. Assim, para conservar a Natureza, os prazeres humanos deveriam estar limitados a regras físicas preventivas.
E esse é o grande problema humano, seguir regras preventivas. Normalmente o homem faz o erro, sofre e depois aprende. Isso se depois que passar o tempo não cometer o mesmo erro.
Mas então é impossível o homem ter deixado de destruir a natureza? É possível, mas o homem teria que mudar sua cultura de que é o centro de tudo. Cada homem deseja que as suas vontades sejam o centro de tudo, vivendo essa mentira.
O grande problema da destruição é a chamada pegada global, pegada global é o quanto o homem marca a natureza com sua existência. Quanto menor a pegada humana, menor as consequências para a ecologia.
Quase todos os prazeres luxuosos, ou vontades irracionais teriam que ser deixadas. O sistema mundial capitalista de viver teria que ter sido alterado para se adequar as leis da natureza.
As taxas de natalidade teriam que ter sido organizadas conforme a produção ecológica de alimentos. Ou seja o homem teria que ter alterado sua cultura antropocentrista para a cultura naturalista.
As verdades relativas que tanto os indivíduos buscam, teriam que ser trocadas para a busca da verdade absoluta, que esteja ligada ao bem estar de todos os seres da natureza e suas inter-relações.
Mas o homem continua antropocentrista, e não se pode nem imaginar que o mundo se tornará naturalista. Deveria viver mediante as inter-relações dos seres da natureza, e sua melhoria. Mas o objetivo da maioria é a preocupação com suas vontades.
A regra para conservação da natureza está na mudança de visão humana, que a sociedade não tem vontade de alterar.