A depressão juvenil

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Visualizações: 640   Data: 2021-09-01

As sociedades anteriores, tinham um remédio contra depressão que suportava as dificuldades da vida. Esse remédio se chamava esperança.
A esperança fazia com que homens trabalhassem esperando um futuro melhor, e muitos jamais encontraram. Mas a sociedade em sua maioria possuíam a cultura da esperança, que movia a sociedade na esperança de conseguir algo que se imaginava necessário. Mas esse sentimento de esperança tem se extinguido. Isso ocorre porque a sociedade com visão mais pragmática, tende a ver as crises mundiais, como algo crônico, de forma que não haja solução.
Dessa forma os sintomas depressivos são fortalecidos. E esse fortalecimento produz mais pensamentos sobre crises sociais e econômicas. E isso vai gerenciando a falta de importância da própria vida e dos outros. Empatia, solidariedade, bondade, preocupação, são alguns dos sentimentos que vão sendo anulados na mente da nova geração, e destruindo os laços humanos da sociedade. A sociedade vai se tornando mais individualista, e de ideologias passageiras.
Tal efeito constante, tem se apresentado na sociedade, com ações irracionais, e de desespero, que causam tragédias. Mais tragédias, mais desânimo com o futuro e com a sociedade, e quanto mais desânimo, mais desespero, e assim gera tragédias. Um ciclo vicioso perigoso que se propaga na sociedade. De fato, quanto mais passa o tempo mais caótico vai se tornando a sociedade, e potencializando a depressão.
Atualmente, não há na sociedade algo importante de se conservar, tudo é passageiro e sem importância. Honra, dignidade, pureza, e qualquer coisa nesse sentido, é dito como limitador da liberdade. A questão é que quando coisas desse tipo não são colocadas como importante, quer dizer que ninguém é importante, a não ser a si mesmo e suas posições.
Esse ensinamento faz com que ocorra pessoas solitárias em meio a multidão, pois cada um só se preocupa com seus prazeres e vontades, e o outro só é um mecanismo para ajudar nos desejos, e se não ajuda pode ser descartado. Essa ideia que é gerada pela sociedade gera indivíduos que são solitários e assim futuramente depressivos.