A loucura da inflação cósmica

Código VBOC-E0020-P

Visualizações: 5   Data: 2024-07-14

Com os novos dados dos telescópios espaciais, a inflação cósmica está cada dia perdendo mais sua posição.
Não que a inflação tenha alguma base em experimentos laboratoriais. Nem mesmo com o colisor de Hádrons, é possível ter qualquer prova física de alguma lei ou força que poderia gerar uma inflação cósmica.
Além disso, temos imagens de galáxias extremamente próximas do início do universo, determinadas pelos teóricos do Big Bang.
Se ocorre uma inflação cósmica, de uma forma tão violenta e rápida, como poderia galáxias se formar em 250 milhões de anos, e ainda com sinais de oxigênio, o que determinaria que estrelas teriam feito fusões de hidrogênio até chegar ao oxigênio, e explodido para liberar o oxigênio.
A grande inflação carece de provas laboratoriais, que poderiam mostrar que existem leis e partículas fora da imaginação dos teóricos. Não se infla o espaço em laboratório, nem tão pouco se tem mecanismos laboratoriais para isso.
A inflação não tem nenhum fundamento nas leis físicas que se conhece, sendo basicamente uma singularidade pontual, que liga as leis físicas, as leis imaginativas, ou a nenhuma lei.
Imaginar que o universo se expandiu do tamanho de menor que um átomo, a um universo de bilhões de anos luz de diâmetro, em um tempo de quase instantâneo, tipo de trinta e seis zeros na frente do 1. Um tempo que pode se dizer instantâneo.
Qualquer cientista tem uma dificuldade extrema para tentar usar mecanismos das leis físicas para demonstrar a inflação cósmica, o que no final se analisa como apenas um subterfúgio para adequar a radiação de fundo de microondas, pois não tem nada que possa mostrar em laboratório a possível inflação.
Assim, a singularidade e a inflação, são mecanismos claramente ligados a uma imaginação, e a determinação de dogmas.
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