Com as ações fugazes que a vida moderna institui, a mente das pessoas não se fixam em pessoas, pensamentos, posições ou coisas.
Há décadas atrás, artistas eram famosos durante toda a vida, empresas duravam séculos, pensamentos e ideias duravam eras inteiras. Mas hoje, a sociedade moderna não se fixa em nenhuma posição, são mutantes mensais. Variam de posição, variam de gostos, variam de relacionamentos e variam até o modo de vida.
Esse modo de viver tende a ampliar o suicídio, a obesidade, e diversas doenças. O suicídio por que a vida acaba não tendo sentido, nem tendo fundamento para existir, a obesidade pois não se tem cuidado com o modo de se viver, nem a preocupação em tenra idade de ter uma vida de alimentação saudável e muito ativa. E as doenças em geral, pelo simples fundamento de não se preocupar consigo mesmo.
Em resumo, esse modo de viver da modernidade está desenvolvendo o modo de viver fugaz, anulando a individualidade pelo simples fato da redução do tempo de meditação e reflexão da vida, no qual esse tempo é aplicado em sistemas de informações simples, divertidas e temporárias.
Mas como tais conceitos são meramente momentâneos, as pessoas deixam de evoluir no conhecimento organizado e dependentes de outros conhecimentos. E assim o sentimento é de ser uma pessoa que não tem nenhum conhecimento realmente produtivo.