Descoberta de água a 700 km de profundidade

Código HGEH-E0005-P

Visualizações: 4   Data: 2024-08-17

Pesquisas geológicas determinaram que existe uma área interna da Terra com água sob grande pressão. Essa pesquisa utilizou de modelagem geodinâmica e experimentos de derretimento de alta temperatura, determinando que a zona de transição é de 440 a 660 quilômetros de profundidade, uma região com água em alta pressão. Se idealiza a desidratação de regiões internas por meio do derretimento, e uma acúmulo de água em uma zona específica do globo. De certa forma, essa ideia de desidratação é uma teoria mais aceita, o fato é que nessa região se determina como uma região com água. Ela pode ter existido na formação do planeta, mas nesse caso iria contra o modo padrão que se aceita a formação do planeta. De fato, a ideia básica é que a Terra era um planeta quente e que rocha derretida dominava o ambiente. Com o tempo se esfriou, mas nesse caso um problema está determinado, de onde surgiu a água? Pois em altas temperaturas a água deixaria o planeta e sairia pela atmosfera. Assim teríamos um planeta sem água. Dessa forma criaram a ideia que um meteoro, ou diversos meteoros trouxeram água para o planeta, uma ideia realmente muito difícil de aceitar de forma probabilística. Mas se temos água presa a quase 700 quilômetros, então a ideia de meteoros fica extremamente prejudicada. Pois tais meteoros teriam que adicionar água a grandes profundidades, e ali ficar retidas. Normalmente, quando o sistema probabilístico se tende a zero, ou seja, é extremamente improvável, o mais racional seria aceitar um mecanismo dirigido, ou seja algo planejado. Mas normalmente a ciência não aceita a ideia de sistemas planejados, e opta por tudo por meios de mecanismos aleatórios, mesmo que tais sejam totalmente impossíveis.