Sábado no início de Israel

Código VC5-E441-P

VIEW:81 DATA:2020-03-20

Se o sábado era o dia da lua cheia com os babilônios, esperaríamos que fosse o mesmo com os primeiros hebreus, a quem foi mais ou menos indiretamente comunicada. Aqui, novamente, as evidências parecem confirmar nossas expectativas. A palavra שָׁבַת é provavelmente contraída de שָׁבַתת (assim Olshausen, Konig, motorista, WR Smith, cozinheiro, ecl.). A raiz שבת (cf. Is 14: 4, 24: 8) em sua forma transitiva significa "cortar, pôr fim a "; em sua forma intransitiva" para desistir, chegar a um fim, ser um fim, ser completo "(árabe, para cortar, interceptar "). A forma gramatical de שבת, segundo alguns, sugere um sentido transitivo, "o divisor", ou seja, aparentemente o dia que divide o mês, o dia 15 ou o dia da lua cheia. Meinhold (ZATW XXIX, 101) leva isso no sentido intransitivo e defende a שבת o significado "o completo, 1E g. in AJ Th., II, pp. 312ff. a lua cheia.

Mas as análises que se sugerem em relação a lua, esta vinculado ao gosto de definir a lua como primordial. Pois o termo relativo a "cortar, dividir, separar", pode vincular a qualquer coisa que se escolha. De fato a semana em si já é uma divisão, sem necessitar de qualquer conceito de lua. De fato vincular a lua a essa divisão, como dividir o ciclo lunar é meramente uma expeculação. Visto fugir completamente do fundamento hebraico de que a semana esteja ligada a criação. Sendo um sistema lunar ou teríamos que a lua estivesse como fundamento da criação, ou a lua estivesse como fundamento da semana. O que não acontece nem um nem outro, de fato a lua e o sol não são definidos como demarcadores da semana (Gen 1:14). O que torna grandemente fantasiosa a ligação do sistema lunar ao sistema hebraico da semana.

Tantas derivações da palavra, no entanto, foram dadas (para um resumo, veja Beer, Sabbath, p. 13, nota 3), que pouca ajuda pode ser esperada da própria palavra, até que Mais evidência positiva seja É, de qualquer forma, não deve ser identificado com נוּחַ, "descansar, descansar". A idéia de descanso é uma mais tarde, o que significa que foi lido na palavra. O que gerencia que o termo descansar descrito em (Gen 2:2) não é o descrito em (Deu 3:20). Definindo que em Gen 2:2 a idéia de dia de prazer ou satisfação (Isa 58:13).

De fato mesmo em períodos de fase nômade (Num 14:30), tais determinavam o conceito de semana, com descanso sabático. De fato a citação do sábado é definido como algo remoto (Exo 20:11), configurando a ligação com (Gen 2:1-3). Gerando a idéia que Abraão tenha vindo de Ur, em um sistema de trabalho agrícola, e direcionado a palestina, da mesma hipótese que Moisés saiu do Egito em sistema agrícola, e gerou o sistema nômade no deserto, assim também a possibilidade de Abraão ter o conceito da semana, da mesma forma que Moisés.

No Ex. 20: 8ss. e Dt. 5: 12 e segs., Onde o sábado é identificado com o sétimo dia, todos os eruditos modernos concordam que a lei era originalmente: “observe (variante 'lembre') o sábado para santificá-lo ?. Ex.  20: 9-11  é a adição de um redutor P tardio e Dt. 5 pela grande maioria dos estudiosos é colocado em ou perto do exílio. Em todo caso, é uma amplificação tardia da lei anterior, mais simplesmente expressa. O que se tem é que o termo descanso שבת (Gen 2:2) diferente do repouso נוּחַ, (Deu 3:20). O que faz o descanso שבת (Gen 2:2), um termo especial, e assim se torna um substântivo, e demarca como um dia sagrado devido a sua referência em  שבת (Gen 2:2). De fato fosse diferente e seria utilizado o termo repouso נוּחַ, (Deu 3:20). O que faz com que todo o termo sábado, esteja ligado a referência de  שבת (Gen 2:2). O que é demarcado pelos textos ( Gen 2:2, Exo 20:11, Exo 31:17).

Enquanto que a origem da semana pelo sábado não esta ligado a lua (Gen 1:14), em uma adequação tardia temos o sábado em Israel relacionado com a lua nova e é uniformemente acoplado a ela, por exemplo, Am. 8: 4 e segs., Hos. 2:13, Isa. 1: 13 e segs., II Reis 4:23 (cf. também as reminiscências desta associação na literatura posterior, Ez. 45:17, 46: 3, Salmo 81: 3, Neem. 10:34, Isa. 66:23, eu Chron. 23:31, IIChron. 2:3, 8:13, 31:3). Exatamente na literatura babilônica, o primeiro e o décimo quinto dia são agrupados (Radau, Early Babyl. History, p. 315; Pinches, PSBA, XXVI, 09). Os Harranianos tiveram quatro dias de sacrifício em cada mês, pelo menos dois dos quais foram determinados pela conjunção e oposição da lua (Encycl. Brit., 11ª edição, XXIII, 961). Os antigos hindus observavam a lua nova e a lua cheia como dias de sacrifício. Tanto a lua cheia quanto a lua nova tinham evidentemente um significado religioso entre os antigos hebreus (cf. Sl 81: 3), pois, quando as grandes festas agrícolas eram fixadas para estabelecer datas, os dias selecionados eram as luas cheias. O que demarcaria uma assimilação tardia de tais costumes comuns da época. De fato seria irracional termos um descrição inicial que não demarca a lua como separação de semanas (Gen 1:14), e posteriormente se tem essa utilização, e definir que essa utilização é anterior, e contrário a definição anterior (Gen 1:14). Assim tendo a definição que o Gênesis seja uma descrição do fundamento do conceito hebraico, e não definindo a lua como separador da semana (Gen 1:14), o que resta é que a lua veio a ser uma definição tardia.

Isso pode se observar, visto a importância babilônica esta na lua cheia, vinculado ao dia 15, e não as separações de sete dias. Assim sendo lua nova e lua cheia não definiriam 7 dias e sim 15 dias. O que determina que os sete dias estejam fora da medida estipulada pelos ciclos lunares (Gen 1:14).

É possivel ver a necessidade do sábado para os hebreus (Ez 20:13, 16; 21:24, 22: 8, 26; 23:38), como sua ligação da santificação do sétimo dia ao período antes dos hebreus (Exo 20:8-11) o que demonstra a ligação do sétimo dia, e o sábado da criação para todo período do antigo testamento. Mas definindo que tardiamente se une as divisões pela lua. Como a influência do código de Hamurabi. Isso demonstra claramente que entre os conceitos antigos (Gen 1:14), e os posteriores temos uma agregação de costumes dos povos, diferentes dos costumes definidos como iniciais. Entre eles alimentação vegetariana (Gen 1:29). De fato tais conceito de semana não lunar (Gen 1:14), e alimentação vegetariana (Gen 1:29), ou mesmo a definição de que objetos celestes são classificadas como coisas (Gen 1). Demarcam um início fora dos conceitos padrões, sendo singular.

Normalmente uma análise do sábado no antigo testamento, tenta ignorar as singularidades, e sua origem e estipular um possível agregação posterior de cultura como anterior. Ora mas sendo o posterior anterior, não apareceriam as singularidades. Se existem singularidades são estas o sistema original e não o contrário. Um modo fácil de compreender tal falto seria que adotando a leitura de livros e cadernos durante centena de anos, e uma referência de escritos na areia, se justifique que não ouve escritos na areia, pela quantidade de referências posteriores de escritos em cadernos. Ou seja utilizar os diversos anos em que se escreveu nos cadernos não pode ser fundamento contrário a uma referência sobre um conceito anterior de escrita na areia.

Para tal é necessário a lógica.

 

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