Código HGEP-E0003-P

Visualizações: 641   Data: 2020-03-20

No que denominaram de "sexta feira para o futuro", em que grupos no mundo todo protestam pela destruição da natureza, que países permitem. É lógico que tais coisas são simbólicas, não tem diretamente um efeito prático, mas tem um efeito que se for constante, gera pressão em países democráticos.
Visto que em países democráticos, o povo elege os representantes, e uma forte pressão da sociedade, gera força política, em que os que desejam governar determinem que irão fazer o que o povo pede.
Mas a pressão da produção, do consumo e do desmatamento para busca de novas fontes de exploração, é extremamente forte. Normalmente na história, o homem toma decisões quando os líderes, e os mais ricos correm risco de serem depostos ou mortos.
Mas nesse caso em especial, se o planeta chegar a ponto de se tornar inóspito a vida humana, o caos vai ser generalizado. No mundo diversas placas dizem que "não existe um planeta B", e de fato não existe um planeta B. No planeta Vênus chove ácido sulfúrico, e a temperatura é de 460 graus. Marte não consegue reter uma atmosfera respirável, e não tem um núcleo magnético, para proteger as pessoas da radiação do espaço.
Ou seja, se destruirmos o planeta, estamos assinando o próprio suicídio. De fato a destruição sempre ocorre por causa do poder e da ganância. Podemos observar que a maior parte dos que protestam são jovens, e de fato eles que vão acabar sofrendo, pela destruição feita pelos mais velhos. De certa forma isso não é justo. Por que os jovens têm que sofrer pela ganância,dos que aproveitaram explorando as reservas naturais da terra?
Segundo a ciência, não se pode prever corretamente o tamanho da catástrofe que irá acontecer, seja aumento de furacões, calor, enchentes, e outros. De fato estes efeitos de destruição geram maior erosão do solo, o que faz com que a terra se torne mais e mais improdutiva. Ficando mais, e mais caro produzir alimentos.
Realmente não existe um planeta B, e se continuar assim, o que irá acontecer é que uma espécie B domine, pois a espécie dominadora A acaba morrendo, pois destruiu o ambiente que lhe permitia viver.
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