Aqui podemos ver as fórmulas moleculares da cloroquina e da hidroxicloroquina. Esse remédio é bom para curar da covid-19?
Para responder essa pergunta devemos primeiro entender como destruir o vírus na pessoa.
Por exemplo, quando a pessoa morre o vírus acaba morrendo na pessoa, se nenhuma pessoa entrar em contato com o corpo. Podemos dizer que nesse caso a pessoa está curada do vírus.
Mas isso é bom? Claro que não, se para matar um vírus necessite matar o paciente não tem sentido essa cura.
A cloroquina tem um efeito colateral de atacar o coração, estudos clínicos confirmam que dentre eles estão as arritmias cardíacas, a hepatite medicamentosa, as lesões de retina, as alterações hematológicas como anemia e queda das plaquetas e sintomas gastrointestinais como náuseas, vômitos e diarreias.
A quantidade maior das mortes se encontra em indivíduos idosos, a cloroquina afeta o coração, os idosos já normalmente possuem problemas cardíacos. Se idealizarmos aplicar a Cloroquina, os idosos podem ter uma parada cardíaca, e assim não morre pela covid-19, e sim de parada cardíaca.
Nesse caso o indivíduo morrer pela cloroquina ao invés de covid-19 não mudou em nada, o que pode acontecer é ser ainda pior. Isso podemos ver em algumas notícias:
"As concentrações de cloroquina para fazer efeito na covid-19 tende a gerar problemas em idosos, e até matar de problemas cardíacos".
Mas se pegar 100 pessoas de 25 a 40 anos contaminadas e não aplicar cloroquina, uma pessoa pode morrer de covid-19, e se fizermos com outras 100 e aplicarmos cloroquina em quantidade efetiva para covid-19, nenhuma pessoa morre de covid-19 mas acima de 3 morrem de problemas cardíacos e várias com outros problemas listados.
Então, qual seria o lucro de 1 morrer de covid-19, no primeiro grupo e depois no segundo nenhum morrer de covid-19 mas morrer de parada cardíaca?
Por isso a pergunta anterior: Por acaso, serve usar um remédio que prejudique mais do que a própria doença que ele consiga vencer?
E por esse motivo a Suécia parou de usar a cloroquina.
Para responder essa pergunta devemos primeiro entender como destruir o vírus na pessoa.
Por exemplo, quando a pessoa morre o vírus acaba morrendo na pessoa, se nenhuma pessoa entrar em contato com o corpo. Podemos dizer que nesse caso a pessoa está curada do vírus.
Mas isso é bom? Claro que não, se para matar um vírus necessite matar o paciente não tem sentido essa cura.
A cloroquina tem um efeito colateral de atacar o coração, estudos clínicos confirmam que dentre eles estão as arritmias cardíacas, a hepatite medicamentosa, as lesões de retina, as alterações hematológicas como anemia e queda das plaquetas e sintomas gastrointestinais como náuseas, vômitos e diarreias.
A quantidade maior das mortes se encontra em indivíduos idosos, a cloroquina afeta o coração, os idosos já normalmente possuem problemas cardíacos. Se idealizarmos aplicar a Cloroquina, os idosos podem ter uma parada cardíaca, e assim não morre pela covid-19, e sim de parada cardíaca.
Nesse caso o indivíduo morrer pela cloroquina ao invés de covid-19 não mudou em nada, o que pode acontecer é ser ainda pior. Isso podemos ver em algumas notícias:
"As concentrações de cloroquina para fazer efeito na covid-19 tende a gerar problemas em idosos, e até matar de problemas cardíacos".
Mas se pegar 100 pessoas de 25 a 40 anos contaminadas e não aplicar cloroquina, uma pessoa pode morrer de covid-19, e se fizermos com outras 100 e aplicarmos cloroquina em quantidade efetiva para covid-19, nenhuma pessoa morre de covid-19 mas acima de 3 morrem de problemas cardíacos e várias com outros problemas listados.
Então, qual seria o lucro de 1 morrer de covid-19, no primeiro grupo e depois no segundo nenhum morrer de covid-19 mas morrer de parada cardíaca?
Por isso a pergunta anterior: Por acaso, serve usar um remédio que prejudique mais do que a própria doença que ele consiga vencer?
E por esse motivo a Suécia parou de usar a cloroquina.