Existem duas formas de pensar sobre o início do universo. No primeiro cenário, o universo já começa com toda a sua complexidade máxima. Nesse caso, as leis naturais se encaixam perfeitamente na matéria inicial, e não é preciso prever o futuro, pois nada vai além do que já está lá.
No segundo cenário, o universo começa simples, mas pode se tornar mais complexo com o tempo. Para que ele não se destrua ao crescer, as leis precisam ser preparadas com antecedência. Elas devem conter regras para coisas que ainda nem existem.
O princípio fundamental é este: as leis invisíveis precisam ser fortes o suficiente para controlar o nível máximo de complexidade que o universo pode atingir.
Isso significa que as leis não dependem apenas do que vemos agora. Elas funcionam como um guia que vai além do presente, uma base que protege o universo mesmo diante de situações que ainda não aconteceram.
Em resumo, seja começando pronto ou crescendo aos poucos, a estabilidade do mundo exige que as leis controlem o potencial máximo da matéria. Isso garante que o sistema nunca se quebre, não importa o quanto ele evolua.