Mas o que isso teria a ver de diferente? Ora, se a origem das espécies tem uma redução de 3 vezes dos valores antes determinado. Como podemos definir a existência da macro evolução, se não vemos tal ocorrer?
Uma macro evolução seria por exemplo, um macaco se transformar em um homem, ou um réptil, criar asas. Se já era difícil aceitar que isso ocorresse, sem ter atualmente nenhum ser que tenha essa transformação, imagine agora com a redução dramática de 3 bilhões de anos.
No planeta termos um número imenso de seres, seja de grande porte ou de minúsculos tamanhos. E nenhuma macro evolução ocorrendo. Sendo que segundo a teoria essa macro evolução é randômica, ou seja tem que ocorrer várias para que uma seja selecionada. Assim, teríamos que ter diversos seres muito estranhos, para que um deles fosse selecionado como uma macro evolução. Mas mesmo com números de seres vivos ultrapassando os trilhões, não detectamos uma macro evolução.
Se a teoria fosse verdadeira, teríamos diversos seres com drásticas perdas e drásticas evoluções, e uma seleção. Mas não vemos isso ocorrer. Assim, teríamos que crer que na modernidade, a evolução se desligou. Só havia evolução antes, mas agora por algum fator misterioso, ela deixou de ocorrer.
Bilhões de seres humanos e nenhum com macro evolução, bilhões de tipos de macacos, e nenhum se tornando homo sapiens. Bilhões de répteis, e nenhum criando asas e voando.
Se a teoria com 4,5 bilhões de anos já dificultava provar por que a macro evolução não está ocorrendo, imagine agora reduzindo o tempo?
Assim, ou os seres diferentes existiram de uma vez, ou por mágica, a macro evolução foi desligada, para que não possamos detectar na prática.
https://journals.aps.org/prl/abstract/10.1103/PhysRevLett.125.078501
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