A existência de uma concentração de fosfina na atmosfera de Vênus, é definido como uma concentração acima de dez vezes o idealizado pelos cientistas da Terra. Mas é um fato existir fosfina por meios não biológicos? Sim, é um fato existir fosfina sem meios biológicos. Qual agora seria a forma mais aceita? Acentuar os meios de formação de fosfina e assim sua concentração, ou definir um possível mecanismo biológico em um planeta hostil, e com organizações moleculares diferentes da vida na Terra?
Se fôssemos comparar probabilidades de uma concentração maior de fosfina por meios não biológicos em um planeta hostil a vida, a uma idéia de vida quimicamente diferente do que conhecemos. A probabilidade extremamente aceita, seria por mecanismos não biológicos.
A região da atmosfera do planeta Vênus, é altamente ionizável, pois o planeta Vênus não possui o escudo magnético que a Terra possui. Assim, partículas de alta energia colidem com a atmosfera de Vênus, ionizando essa região. Equilibrar moléculas grandes em um ambiente assim é quase inimaginável. Nesse ambiente de alta energia, moléculas de grande tamanho seriam quebradas em moléculas menores. Além de ser um local extremamente ácido.
Assim, vida em Vênus é implausível em relação a opção de reações naturais para produção de fosfina. É infinitamente mais fácil procurar e aceitar mecanismos não biológicos para produção de fosfina, do que sequer imaginar a vida nesse ambiente altamente ionizável, e ácido, que é a atmosfera de Vênus.