Uma coisa interessante na ciência é que não pode haver nem pessimismo, nem otimismo, e sim o resultado o mais exato possível.
Mas no que tange ao efeito estufa, se opta por uma posição, a posição otimista. Ora, mas em ciência não pode ter otimismo. O conceito primordial em ciência quando os dados não são exatos, como nenhum dado da realidade é exato. Então, o importante é o probabilístico.
Assim, o mais provável, deveria ser portanto o mais aceito. Mas em relação a destruição da natureza não é assim que é feito.
Há anos, se define uma previsão da devastação e sempre a devastação é maior. Dessa forma, os modos científicos estão viciados. Quando um dado científico não é viciado, ele tende a dar valores maiores e menores, e a sua média gera a melhor resposta. Mas quando ele é viciado, a média é viciada.
Isso ocorre por que as pessoas e o sistema econômico, força os sistemas de pesquisa para gerarem esse vício.
Não é por que um dado científico é contra a vontade da maioria, é sinal que o cientista é pessimista. Pessimismo normalmente é a informação contrária a vontade de outro.
Assim, não importa a vontade de cada um, a realidade não se importa com a vontade das pessoas. De fato a realidade é impessoal, suas respostas são regidas por leis fixas. Destruir a natureza gera a resposta que estamos colhendo hoje.
Calor que mata pessoas, secas que geram falta de energia, falta de alimento e muitas outras coisas. Mas isso não acontece por que a natureza esta com raiva, e está se vingando. As catástrofes naturais ocorrem como reações da ação humana.
Não adianta ser otimista, tem que ser realista. A cultura de que a verdade é o que decidimos não passa de uma grande mentira. Pois as catástrofes naturais, causadas pela ação do homem está ai, para dizer ao homem, que sua verdade contra a natureza é uma mera mentira.