Estudo diz que dietas à base de plantas tiveram menor chance de doença grave como COVID-19

Código BFNV-E0018-P

Visualizações: 624   Data: 2021-09-01

Um estudo foi feito sobre alimentação e efeitos da COVID-19, esse estudo tem o título de "Dietas à base de plantas, dietas pescatarianas e severidade de COVID-19: um estudo de caso-controle de base populacional em seis países".
Define por meio de intervalos de confiança que 73% dos que relatam tendências a não comer carne, tem menor gravidade de COVID-19, com sintomas moderados, e 59% em relação a conceitos graves. Esse grupo se relaciona a pessoas que citam que consomem baixa proteína de origem animal.
O estudo conclui que o padrão dietético com redução de proteína animal seja considerado como proteção contra efeito grave da COVID-19.
Mas seria isso verdade?
Para isso devemos examinar se o uso de trocar proteína animal por proteína vegetal seria prejudicial em relação a COVID-19? Primeiro fator, é que os vírus como COVID-19, tem origem em animais, dessa forma a redução do uso de animais, reduz o número de animais para o abate, e assim reduzindo a quantidade viral.
Em segundo lugar a redução de proteína animal, reduz o risco de assimilação de gordura animal, que pode ocasionar problemas cardíacos. Não existe nenhum estudo que determine que a vida humana necessite de proteína animal, que não possa ser substituída pela proteína vegetal.
A redução de uso animal, reduzindo o número de animais, reduz a destruição da natureza e com isso a preservação da natureza e seus efeitos benéficos.
Mas o que faz um vírus como a COVID-19 ter efeitos reduzidos? Simples, tudo esta ligado ao sistema imunológico do indivíduo. Assim a vacina atua no sistema imunológico para uma resposta contra o vírus. Assim a questão seria, é possível uma alimentação com baixa proteína animal ser favorável a reação mais ativa do sistema imunológico?
A primeira questão é que nenhum ser humano adquire vírus de origem vegetal. Os Vírus que afetam o homem é de origem animal.
Toda alimentação gerencia aceitação de um alimento ou alergia desse alimento. No intestino temos as placas de Payer, que entram em contato com o alimento para induzir tolerância imunológica ou defesa contra antígenos.
Uma pessoa que se alimenta com carne, destrói células da carne, e abre o seu núcleo e códigos genéticos, que podem ser acessados pelos sensores do sistema imunológico do intestino, e geram tolerância a estes alimentos.
Um indivíduo que não come carne, não desenvolve tais tolerâncias, e assim os vírus que são de origem animal, não tem tolerância. Dessa forma características de células animais são mais intoleradas por um sistema que esta acostumado com vegetais.
De fato em uma análise de anatomia comparativa, os animais carnívoros tem um intestino curto, o que seria definido que a carne, não é um alimento para intestinos longos. De fato câncer de colo, que é ligado ao intestino, esta muito mais presente em pessoas que se alimenta de carne vermelha, do que aqueles que são vegetarianos. A Organização Mundial da Saúde define que a Carne vermelha é carcinogênica no nível 2A.
A classificação 2A, o que seria? Seria a mesma característica da exposição ao refino de petróleo, ou o Glifosato que é um agrotóxico, estireno e outros produtos. Isso demonstra um efeito não benéfico, em ser classificado como carcinogênico 2A.
A questão mediante todos estes fatores, é plausível que a redução de carne vermelha ou carne processada, seja favorável ao sistema imunológico? Sim, devido aos fatores expostos é plausível isso ser verdade.
A análise do estudo foi feito de forma estatística, e envolveu os seguintes países, Estados Unidos, Reino Unido, Espanha, Itália, Alemanha, e França. Envolvia na sua maior parte Médicos, e de classes sociais sem baixa renda. O que temos é um grupo bem específico, o que favorece a análise, quando isolamos outros fatores, como efeitos de pobreza, ou diversidade social.
Quanto mais o grupo é homogêneo, menores são os efeitos diversos, que prejudicam a análise. O que novamente torna o estudo plausível.
Vamos agora ouvir a conclusão do estudo, que diz assim:
"os indivíduos que relataram seguir dietas à base de plantas ou dietas pescatarianas tiveram menor chance de doença grave semelhante ao COVID-19. Indivíduos que relataram seguir dietas com baixo carboidrato e alta proteína tiveram maior chance de doença grave semelhante ao COVID-19, quando comparados com indivíduos que seguiram dietas baseadas em vegetais. Aqueles que relataram seguir dietas baseadas em vegetais ou dietas pescatarianas tiveram maior ingestão de vegetais, legumes e nozes, e menor ingestão de aves e carnes vermelhas e processadas. Nossos resultados sugerem que uma dieta saudável rica em alimentos ricos em nutrientes pode ser considerada para proteção contra COVID-19 grave. "
Podemos questionar, é plausível que uma alimentação rica em vegetais, favoreça o sistema imunológico contra a COVID-19, como diz o estudo? Analisando os fatos, é extremamente plausível que sim.
https://reformadoresdasaude.com/docs/bmjnph-2021-000272.full.pdf
 

Vídeo: Estudo diz que dietas à base de plantas tiveram menor chance de doença grave como COVID-19