A característica da imaginação humana, é um princípio de aptidão de sobrevivência. A sobrevivência esta ligada diretamente em conhecer o ambiente que o cerca, e se livrar de mecanismos que gerem prejuízo ao indivíduo.
Assim o cérebro humano é capaz de fazer variações do que observar e criar cenas, ou conceitos que não se observou, ou que não conhecia. E estes conceitos são testados para definir que o que se imaginou, se confirme ser o que foi testado.
Esse basicamente é o fundamento da ciência empírica. Mas é a base para o conhecimento científico. No conhecimento científico, o que se tem é linhas de imaginação direcionadas para um problema específico.
O conceito fundamental da verdade relativa, esta vinculada a esta variação da realidade, e estipulam um fim em si mesma, quando o seu fundamento e a congruência com a verdade exterior.
Nosso sistema digestivo produz diversas enzima, e estas enzimas tem a função de digerir o alimento, para posterior absorção. A verdade relativa, seria como definir que tais enzimas são para si mesmas, e assim não precisa se alimentar.
O que faria o indivíduo morrer. Como a função das enzimas digestivas estão para o alimento ser digerido, a variação da realidade existe para a tentativa da detecção da verdade absoluta.
Como a característica da verdade absoluta se encontra em não seguir a vontade humana, então a criação de verdades relativas que satisfaçam ao homem, gera a vontade de tornar a variação da realidade aceita, no mesmo patamar da Realidade empírica.
Esse fator é meramente a fuga da realidade, para buscar uma ilusão que favoreça ao prazer do indivíduo.
Quando se perde o fundamento de que as variações da realidade, são meras ilusões, a proporção que essa perda se desenvolve, a sociedade gerencia a classificação do indivíduo, como louco, ao passar de um patamar de aceitação de ilusões.
Descartes diz, se penso logo existo, mas o pensamento é normalmente reativo. Uma ação, gera a uma construção do pensamento. Mas o único fator de desenvolvimento do pensamento, é a lógica. A lógica gerencia o sistema de verdade absoluta, e a irracionalidade a construção da base da verdade relativa.
Enquanto se possa criar lógica acima de bases imaginadas na verdade relativa, essas mesmas bases perdem a lógica ao tentar analisar o que as estão suportando.
Da mesma forma um mundo imaginário pode ter bases em sua existência, mas não tem fundamento lógico que justifique suas bases.
Naturalmente um sistema médico, ou o funcionamento de uma usina nuclear, estão intimamente ligados a bases sólidas de fundamentos detectáveis, e não de imaginações variadas. A utilização de imaginações variadas, no controle de uma usina nuclear leva a destruição dessa mesma usina.
Assim a sociedade tende a dizer, ou a definir, quais os pontos em que as ciências que se fundamentam na verdade absoluta sejam utilizadas, e em que pontos as ciências que se fundamentam na verdade relativa sejam utilizadas.
De fato a sociedade é obrigada a aceitar fundamentos da verdade absoluta, quando a violação da verdade absoluta chega a pontos de risco de vida a pessoas, ou a sociedade.
Nesses casos a verdade baseada em experiências científicas empíricas, são definidas como normas, e proibidas as ideologias baseadas em conceitos sociais.