A Verdade pelo Realismo

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Visualizações: 707   Data: 2021-09-01

Realismo filosófico, é a vertente básica que define que as coisas existem independentes da mentalidade humana.
Um dos conceitos básicos para aceitar que as coisas existem independentes da mentalidade humana, esta no caso de ocorrências inesperadas para cada indivíduo.
Uma catástrofe, uma surpresa, ou qualquer ocorrência inesperada, é um evento não idealizado pela mente humana. Tais definiriam provas de que as coisas existem independente da mentalidade humana.
Outros, gerenciam que a mentalidade humana cria tais ocorrências inesperadas. Suponha por exemplo que um cientista analise uma experiência complexa que exija uma quantidade enorme de cálculos, estes cálculos são produzidos por um grande computador e se chega na resposta.
Então o mesmo cientista gerencia fazer os cálculos usando meramente sua mente e não o computador, e chega na resposta. Nesse caso se sua mente criou o sistema, então se tem uma mente que pode gerar infinitos cálculos, e outra extremamente devagar.
O que geraria o conceito de uma mente infinita sobre outra finita.
Essa idéia seria plausível? Nem plausível, nem provável. Não seria razoável, pois uma mente que tivesse tal forma de processamento infinito, geraria sobre a mente teste uma variação tão rápida, quão rápido fosse a mente controladora.
Em outras palavras, uma mente sobre outra, seria a mesma mente, e assim a velocidade de processamento seriam iguais. Dessa forma não haveria o conceito de tempo, em relação a uso de um supercomputador, ou do uso de papel e lápis.
Nem seria provável pois a mesma mente, seria em si uma só, e a sua existência infinita, e a sua existência finita, perderiam o sentido de existir. Pois a infinita saberia que esta só, e a finita seria meramente uma mentira para a infinita. Uma mente infinita gerada a função de gerar mentiras, anularia o próprio sentido da infinita, e como são meramente uma mente só, se auto anulariam.
De fato toda busca de gerar que o universo é dependente da imaginação do homem, leva a becos sem saída, quando analisamos os princípios do inesperado.
Podemos dizer que a Teoria do inesperado, é tudo aquilo que a mente humana não espera que aconteça, nem se programe a esperar.
Um fator aleatório ao conceito humano, e que mentalmente não supõem acontecer, mas acontece. Uma descoberta surpreendente, detectável, mas não imaginado.
Construir verdades dependentes da mente humana, em fatos ou situações inesperadas a esta mesma mente, é buscar um controlador, e gerador de inesperado.
Se começar a criar muito sobre essa idéia de um controlador e gerador de inesperado, chegaremos facilmente em um controlador, onipotente, onisciente, e onipresente.
O que novamente cairia em situações nem plausíveis, nem prováveis.
Dessa forma a aceitação do realismo como fator de verdade absoluta, é o caminho plausível e provável. Conceitos como, Física, Química, Medicina, Engenharia, e outros, são aceitos e racionalizados no realismo.
Quebrar tais fatores, pode gerar um caminho de chegar a princípios de loucura, por perder o sistema racional. O próprio conceito de que a verdade relativa é auto negável, já mostra a falta de lógica.
O mundo racional que se vive, determina que a única racionalidade é definir que a Verdade Absoluta existe, pois se dissermos que a verdade Absoluta não existe, então essa afirmação é a definição que a verdade absoluta existe.
Definir que qualquer coisa que se define, não esteja ligado a idéia de verdade absoluta, só pode ser quando não se esta afirmado, e só isso já é uma afirmação. Assim a própria negação da afirmação é uma afirmação.
Nesse caso apenas se tem um caminho direcionado. A não ser que se busque a loucura, nesse caso a racionalidade é desligada, e o ser se torna uma aleatoriedade desconexa de nenhum sentido ou ordem.
Nesse caso a verdade pelo Realismo é certamente a verdade pela razão.
 

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