Código EFAU-E0903-P

Visualizações: 19   Data: 2024-07-14

James Webb determinam galáxias antigas? Em Agosto de 2024 foi feito uma pesquisa tentando definir que os dados obtidos do James Webb não determinam galáxias tão antigas, nem tão massivas. Como ele tentou fazer isso? O estudo tenta utilizar um sistema probabilistico para tentar determinar que as faixas para o infravermelho não são tão fortes, e que a força da luz se envolve na lente gravitacional do buraco negro. Qual o real problema desse modo? É a escolha do espaço amostral. Na escolha do espaço amostral, ou seja no bloco de galáxias que se escolhe, se tem as variações da lente gravitacional. Quando olhamos ao redor de um buraco negro, a luz é distorcida, essa distorção envolve uma maior distorção perto, e menor longe do buraco negro. Assim, se eu pego uma área desse local, eu estou incluindo nessa área mais variáveis da distorção. Utilizar o sistema amostral de uma área de distorção que varia com a distância, é algo que gera incertezas probabilísticas. No estudo eles citam "Removemos um total de 300 fontes de nossa amostra final de alto redshift", e ainda cita "Removemos prováveis ??contaminantes de AGN", AGN são fontes de luz de núcleos de galáxia extremamente brilhantes. E assim, extraindo tais valores o estudo faz sua análise probabilística. Uma análise probabilística tem a ver com o bloco que se estuda, em relação a galáxias distantes, o que se vê mais são galáxias menos distantes, pois no telescópio as resoluções se reduzem com o aumento das distâncias. Logo, o estudo feito baseado em grupos de galáxias teriam esse viés. E mesmo nesses casos, o número de galáxias excede o previsto. Para isso, o estudo joga o sistema de conversão de bárions quase instantâneo. O que seria isso, a conversão de bárions é quando os quarks e glúons se combinam para fazer bárions, que vão gerar os prótons e nêutrons. Na teoria do Big Bang, algo que surgiu do nada, que gera energia extrema, e ocorre uma inflação instantânea, e diz que surge as partículas básicas como quarks e glúons, e esses quase que instantaneamente formam os prótons e nêutrons, que vão gerar as galáxias. Algo tão fora da probabilidade que realmente deve ser considerado mágica, e não ciência. Para não incorrer no erro do estudo, não se deve olhar as galáxias como espaço amostral, por causa do erro da escolha dos objetos, que podem ocasionar erros na curva probabilística. Para que não ocorresse esse erro teria que ter um espaço amostral extremamente correto, e vinculado com valores de base, que se tenha certeza absoluta, como grupo controle. O que neste estudo não é possível! O que se tem são diversos postulados, para balizar uma curva probabilística, e definir alterações para a observação de galáxias com deslocamento para o vermelho. Além do estudo não tratar sobre a metalicidade das galáxias em questão. O estudo apenas tende a dizer que as medidas do James Webb estão erradas, por dizer que ele está vendo mais luz do que realmente deveria ter na realidade.
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