La grande question concernant le péché concerne son existence. Pourquoi la souffrance existe-t-elle ? En fait, si nous incluons un Dieu parfait, le concept d'idéal, il n'y aurait pas de souffrance.
Mais si nous n'incluions pas Dieu, le concept de souffrance n'existerait pas non plus. Dans un univers de lois physiques immuables et ordonnées, les êtres qui se formeraient à partir de cet univers ne génèrent pas de souffrance.
Par conséquent, l'existence de la souffrance est irrationnelle, tant pour l'existence de Dieu que pour la non-existence de Dieu.
Par conséquent, la seule base de l'existence de la souffrance est l'existence de Dieu, pour une raison simple. La pensée dépasse l'existence des lois. À quoi cela ressemblerait-il ?
Dans les lois physiques, les règles d'organisation des objets sont fixes et ne peuvent pas être modifiées. Mais l'esprit peut imaginer les choses les plus exotiques, qui dépassent les règles des lois de l'univers.
Voyez que, si nous sommes des êtres directement liés à la nature, notre esprit ne doit penser fixement qu'à ce qu'est la nature, mais chaque l'être humain peut imaginer des choses complètement en dehors de ce qui est naturel.
Ainsi, seule une entité qui a cette possibilité peut développer la possibilité de souffrir.
Une règle logique serait, par exemple, d'analyser la mort. La mort est une constante parmi les êtres vivants. Ainsi, il serait tout à fait rationnel que l’évolution génère le concept selon lequel la mort est extrêmement acceptable. Mais cela n'arrive pas.
Les êtres vivants n'acceptent pas la mort. Même s’il s’agit d’une règle inscrite dans les chromosomes des êtres vivants. En fait, les chromosomes déterminent la durée de vie des êtres. Mais les êtres vivants n’acceptent pas la mort. Et ainsi, cela provoque de la souffrance. En fait, la mort n'est pas quelque chose de nécessaire, il existe des animaux dont les chromosomes ne déterminent pas la date de la mort.
Un des facteurs majeurs de souffrance est donc lié à la mort. Un système défini dans les chromosomes présents chez presque tous les êtres vivants. Ce qui ne devrait pas, dans un concept logique, générer de souffrance pour la chaîne d'évolution supposée de l'espèce, car c'est quelque chose comme manger, dormir, respirer. En d'autres termes, un facteur naturel de la vie, et existant dans des règles chromosomiques, ne pourrait pas générer de souffrance dans le concept d'évolution de l'espèce.
Le fait est que, contrairement à l'évolution de l'espèce, la mort engendre de la souffrance, et la souffrance dans son concept de base ne devrait pas exister dans un système d'évolution des espèces.
Ce qui conduit à la conclusion que l'évolution des espèces est erronée dans la manière dont elle est supposée.
Mais alors, pourquoi la souffrance existe-t-elle ? Selon les lois physiques, un tel facteur ne pourrait pas exister, ce qui existerait serait des êtres programmés et extrêmement capables de faire ce pour quoi ils sont adaptés. Ce serait la règle de base d'un système évolutif, liée aux lois physiques.
Mais ce n'est pas ainsi que cela se passe. Un Dieu qui connaît toutes choses n’aurait pas besoin d’êtres vivants ni de souffrance humaine. Car la caractéristique de la perfection est la non-existence de l’imperfection. C’est donc basique. Mais la perfection peut imaginer l'imperfection. Imaginer l’imperfection, ce n’est pas être imparfait, c’est être au-delà de la perfection. Cependant, pratiquer l'imperfection, c'est être imparfait.
Ainsi, la pratique de l'imperfection est ce qu'on appelle le terme péché, qui dans la plupart des cas est irrationnel et plein de mysticisme. Mais le terme correct est simplement erreur.
Um erro praticado, define ao que pratica uma violação das leis da natureza, e a natureza não poderia aceitar sua existência, de fato um universo perfeito não geraria erros.
E nesse ponto algo está errado. Como em um universo regido por leis exatas, gera erros em seres que só podem existir seguindo estas leis físicas?
De fato, se existe o que é certo, por outro lado, a negação do que é certo, é errado. Mesmo que o universo seja correto, e mesmo na existência de um Deus perfeito, o imperfeito vem à existência, pela mera existência do perfeito, de fato se existe o perfeito, a negação do perfeito é o imperfeito.
Assim, o universo pode esconder a imperfeição, e obrigar os seres a serem controlados e perfeitos. De fato a perfeição é um controle, em que deva seguir normas. A imperfeição, ao contrário, é extremamente variável, e fora de regras.
Nas leis físicas as respostas se direcionam para uma solução. Na imperfeição, as respostas têm direções diversas e sem sentido. Assim, para que existam seres com decisão, estes seres necessitam conhecer a negação da perfeição.
Mas uma vez imperfeito, se é contrário ao universo perfeito, e assim não deveria existir. Esse paradoxo do perfeito e imperfeito, só poderia ser criado por algo além do que existe como realidade.
De fato a imaginação, ultrapassa os conceitos de realidade, e se dirige às imaginações totalmente sem lógica, vinculadas a uma aleatoriedade irracional.
Essa ferramenta está intimamente ligada a conceitos de escolha. Um cientista pode escolher uma lei física, que auxilia um engenheiro, que construa um avião, e este voe seguindo as leis da aerodinâmica.
Escolher não aceitar as leis descobertas pelo cientista, e criar em sua imaginação mecanismos para fazer um avião, é simplesmente correr o risco de ser apagado da natureza, ou apagar a outros.
Assim, o chamado livre arbítrio, não é a possibilidade de alterar as leis da natureza, e sim de optar em gostar delas ou não gostar delas. Se um indivíduo optou por gostar das leis da perfeição da natureza, em detrimento às vontades próprias, que geraria um sistema destrutivo, então esse indivíduo escolheu o caminho da existência. Ao contrário, escolheu o caminho da não existência.
O livre arbítrio está intimamente ligado a aceitar viver no universo que existe, ou não aceitar viver no universo que existe. Jamais em poder alterar o que existe.
As leis físicas jamais serão alteradas pela vontade humana, mas através de aumento de entropia cada indivíduo define seu livre arbítrio. Quanto maior o aumento da entropia, isto é a desordem gerada pelo indivíduo, maior é a definição de que está optando pela não existência, e quanto maior for a busca de reduzir a entropia, maior a chance desse indivíduo estar buscando o caminho da existência.
Mas jamais o livre arbítrio mudará a lei da entropia. Dessa forma o livre arbítrio está diretamente ligado a própria pessoa, e não a outra pessoa, ou a outro objeto.
Assim a existência do sofrimento, está ligado à observação dos seres imperfeitos. A busca da perfeição, está na busca da redução do sofrimento no conceito universal. Já a imperfeição gera a ampliação do sofrimento de forma universal.
A redução de um sofrimento local, não é a perfeição, quando o sofrimento local gera sofrimento geral. E o sofrimento geral está intimamente ligado à não obediência das regras físicas e biológicas da natureza.
E esta escolha está intimamente vinculada à observação das consequências, e a busca da aceitação do universo, e a melhor forma de se adaptar às leis físicas, para reduzir a velocidade da entropia.
O que se espera na lógica, é que aqueles que decidem não aceitar as leis universais, recebam o que escolheram. E aqueles que aceitam as leis universais, também. Nesse momento o sofrimento deixará de existir, pois a busca sistemática será, seguir as normas de permanência de vida, já que os que optaram pela norma de não permanência de vida, receberam sua escolha.
Quando isso acontece? Isso depende do tempo necessário para que não necessite mais desse efeito de observação do destrutivo, para escolha do caminho de existência, e da não existência.