O educacional atual é basicamente o mesmo criado na revolução industrial, como se ensinava os trabalhadores a cumprirem e aprenderem a produção em sistemas industriais.
Assim, da Revolução Industrial, em 1760, temos mais de duzentos anos de utilização desse sistema.
Um sistema retrógrado no sentido que, o aprendizado é controlado e massificado pelo sistema que gera o conhecimento.
Ele é preso em um sistema de que o indivíduo não pode evoluir mais rápido, nem respeita os limites de aprendizado de cada indivíduo.
O sistema atualmente se tornou tão ultrapassado em seu modo, que as novas gerações não mais se sustentam nesses ambientes.
Tendo tais jovens, a descrença quase total sobre o aprendizado. Essa descrença tende a alcançar até mesmo os mestres, que muitas das vezes ministram as aulas meramente para adquirir renda no seu sistema empregatício.
A tecnologia tem evoluído muito, desde a revolução industrial, mas os métodos educacionais, têm permanecido quase totalmente no sistema da revolução industrial.
Grande parte dos mestres, estão ligados aos velhos costumes, e poucos têm adquirido conhecimento e habilidades nas novas tecnologias.
Não se respeita a vontade do aluno em estudar e aprender de acordo com seus sonhos, nem se constrói ferramentas sociais para interação educativa entre os alunos e os mestres.
Enquanto na tecnologia o conhecimento pode ser exposto sem a necessidade de um professor controlador, é necessário um tutor em um ambiente livre, ou em oficinas organizadas.
Passeios em jardins, conhecimentos e habilidades sejam em produção de alimentos, ou criação de objetos, em que os alunos interajam com o ambiente, não ocorrem.
Vivemos um sistema totalmente antiquado iludindo-se com o uso da tecnologia, nos mesmos moldes do sistema antiquado.
Não se constrói redes do conhecimento, que facilitam a pesquisa e a resposta. Nem se organiza árvores do conhecimento para que o aluno consiga realmente o seu objetivo.
Conhecer meramente a tecnologia, não faz a educação ser moderna, e sim aplicar a tecnologia de um modo a liberar os alunos do sistema antiquado da revolução industrial.
O conhecimento é como uma árvore em que temos a base como a raiz e seu tronco, mas esquecem que existem os ramos, e é direito de cada um escolher os ramos que deseja.
Mas a cada dia que passa, a educação determina troncos tão extensos, que parecem árvores Baobás. Que possuem imensos troncos e poucos ramos.
Visando mudar esse paradigma criamos um sistema de educação vinculado à modernidade e ao direito de escolha de cada indivíduo, seja criança, jovem ou adulto.