Muitos organismos internacionais usam o conceito de efeito colateral, para fazer ações condenáveis e não ser culpabilizado.
Uma das maiores ações chamadas de efeito colateral, é o lançamento de duas bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki.
Mulheres, crianças, grávidas, doentes, e todo tipo de pessoa foi vaporizada, morta por calor, por explosão, e por radiação, no momento e durante anos após.
É estranhamente irracional, considerar a destruição de duas cidades inteiras, indistintamente, um efeito colateral.
Mas atualmente, ainda se utiliza a mesma desculpa, utilizando armamento pesado matando crianças, doentes, médicos, e mesmo destruindo hospitais, e citando que tais ações são meramente um efeito colateral para cumprir seus objetivos.
De certa forma tais ações são meras desculpas para conseguir os objetivos com menor trabalho possível.
Por exemplo, imagine que um país saiba que um criminoso esteja em uma cidade. Assim, para capturar, ou mesmo matar este criminoso, seria extremamente difícil, gerir exército, ou mesmo documentos para conseguir capturar tal criminoso. Mas se lançar uma bomba atômica como as que foram lançadas em Hiroshima e Nagasaki, já seria suficiente para matar tal criminoso. Assim, a morte de milhares de pessoas seriam meramente consideradas um efeito colateral.
Observe que definir o termo efeito colateral, é uma desculpa para fazer qualquer ação desumana, e assim sem limites.
As medidas do tamanho de efeito colateral, estão diretamente ligadas ao poder dominante. Assim, para um país que não tenha poderio dominante, a liberdade de um efeito colateral, é extremamente restrito, enquanto que, aquele país com maior poderio dominante, o efeito colateral é extremamente ampliado. Assim, o maior efeito colateral já aceito até hoje, é a destruição das cidades de Hiroshima e Nagasaki, pelas bombas atômicas.
Atualmente, em países com poucos poderes, a morte de uma criança, médico, ou até mesmo um civil, é considerado um efeito colateral não aceitável. Em compensação, países ligados a outros poderosos, podem ter um direito de matar centenas ou milhares de civis, e definir tais civis como efeito colateral.
Assim, o chamado efeito colateral é a mera desculpa de licença para matar. Em que países dominantes têm maior liberdade e países não dominantes não teriam a mesma liberdade. De fato nenhum país deveria ter liberdade de matar civis inocentes. Mas as ferramentas de controle de poder não obedecem o sistema de justiça.
Uma das maiores ações chamadas de efeito colateral, é o lançamento de duas bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki.
Mulheres, crianças, grávidas, doentes, e todo tipo de pessoa foi vaporizada, morta por calor, por explosão, e por radiação, no momento e durante anos após.
É estranhamente irracional, considerar a destruição de duas cidades inteiras, indistintamente, um efeito colateral.
Mas atualmente, ainda se utiliza a mesma desculpa, utilizando armamento pesado matando crianças, doentes, médicos, e mesmo destruindo hospitais, e citando que tais ações são meramente um efeito colateral para cumprir seus objetivos.
De certa forma tais ações são meras desculpas para conseguir os objetivos com menor trabalho possível.
Por exemplo, imagine que um país saiba que um criminoso esteja em uma cidade. Assim, para capturar, ou mesmo matar este criminoso, seria extremamente difícil, gerir exército, ou mesmo documentos para conseguir capturar tal criminoso. Mas se lançar uma bomba atômica como as que foram lançadas em Hiroshima e Nagasaki, já seria suficiente para matar tal criminoso. Assim, a morte de milhares de pessoas seriam meramente consideradas um efeito colateral.
Observe que definir o termo efeito colateral, é uma desculpa para fazer qualquer ação desumana, e assim sem limites.
As medidas do tamanho de efeito colateral, estão diretamente ligadas ao poder dominante. Assim, para um país que não tenha poderio dominante, a liberdade de um efeito colateral, é extremamente restrito, enquanto que, aquele país com maior poderio dominante, o efeito colateral é extremamente ampliado. Assim, o maior efeito colateral já aceito até hoje, é a destruição das cidades de Hiroshima e Nagasaki, pelas bombas atômicas.
Atualmente, em países com poucos poderes, a morte de uma criança, médico, ou até mesmo um civil, é considerado um efeito colateral não aceitável. Em compensação, países ligados a outros poderosos, podem ter um direito de matar centenas ou milhares de civis, e definir tais civis como efeito colateral.
Assim, o chamado efeito colateral é a mera desculpa de licença para matar. Em que países dominantes têm maior liberdade e países não dominantes não teriam a mesma liberdade. De fato nenhum país deveria ter liberdade de matar civis inocentes. Mas as ferramentas de controle de poder não obedecem o sistema de justiça.